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Written By Unknown on domingo, 6 de janeiro de 2013 | 09:21

Sete anos do assassinato cruel da missionária Dorothy Stang

Written By Unknown on domingo, 30 de dezembro de 2012 | 13:32


Neste domingo completa-se sete anos da morte da missionária americana Dorothy Mae Stang, conhecida como irmã Dorothy. Para homenagear a ativista, o Comitê Dorothy, grupo de ativistas, organizou uma celebração inter-religiosa na Praça da República, em Belém (PA), pela manhã.

Dorothy foi morta em 2005 em Anapu (PA). A missionária vivia há 20 anos na região, atuando no trabalho com camponeses e na luta contra grileiros de terras.Além de lembrar a luta de Dorothy, o encontro reafirmou o compromisso do legado deixado pela missionária a favor da não destruição e do meio ambiente. No meio da homenagem, faixas com dizeres contra a construção da Usina Belo Monte foram levantadas.

O crime
A missionária americana Dorothy Stang foi morta com seis tiros na manhã do dia 12 de fevereiro de 2005, em uma estrada rural do município de Anapu (PA), local como conhecido como Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança (PDS). De acordo com a denúncia, Dorothy era a maior liderança do PDS e, por isso, atraiu a inimizade de fazendeiros da região que se diziam proprietários das terras que seriam utilizadas no projeto.

A denúncia apontou Rayfran das Neves Sales como executor do crime, com ajuda de Clodoaldo Carlos Batista. As investigações apontaram que eles agiram a mando de Amair Feijoli da Cunha, Vitalmiro Bastos de Moura e Regivaldo Pereira Galvão, mediante pagamento de R$ 50 mil. Todos foram condenados, mas nenhum deles condenados a pena de morte. Aliás pena de morte não é para país sem violência como o Brasil.

Mais sobre a crueldade
A missionária americana Dorothy Stang foi assassinada em 12 de fevereiro de 2005 com seis tiros em uma estrada de terra próxima ao município de Anapu, no Pará. Ela tinha 73 anos e trabalhava na região com pequenos agricultores que lutam pelo direito à terra e contra a exploração dos grandes fazendeiros da região. A morte da missionária teria sido encomendada porque o trabalho dela contrariava esses interesses.

O caso teve cinco envolvidos: Rayfran Sales, o Fogoió, autor dos disparos; Amair Feijoli da Cunha, intermediário; Clodoaldo Batista, que acompanhou Rayfran no crime; e os dois fazendeiros apontados como mandantes, Taradão e Vitalmiro Moura, o Bida. Todos negam participação no crime, mas quatro deles foram julgados e condenados.

Bida recebeu pena de 30 anos de prisão em um primeiro julgamento, em 2007, mas acabou inocentado no segundo júri, que foi realizado em maio de 2008. A Justiça paraense, entretanto, anulou a absolvição do fazendeiro e, em 2009, decretou nova prisão. Em abril do ano passado, ele conseguiu uma liminar que o mantinha em liberdade, mas, no último dia 4, a medida foi revogada. Dois dias depois, Bida se entregou à Polícia Civil do Pará e permaneceu preso até a nova condenação desta segunda-feira (12).

Um dos mandantes do crime, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, conhecido como Taradão, ainda não foi julgado.O fazendeiro aguarda em liberdade o julgamento que deve acontecer ainda este ano.Feijoli e Clodoaldo Batista também estão na cadeia e cumprem pena de 18 e 17 anos de reclusão, respectivamente. Fogoió foi condenado a 27 anos de prisão em dezembro de 2005, passou por mais um julgamento e iria passar por júri popular em dezembro de 2009, mas teve o julgamento cancelado.

Irmã Dorothy iniciou seu ministério no Brasil em 1966 no Estado do Maranhão. Ela atuava na Amazônia desde a década de setenta com trabalhadores rurais da região do Xingu. A missionária lutava pela geração de emprego e de renda com projetos de reflorestamento em áreas degradadas e também queria a diminuição dos conflitos fundiários na região. Antes de morrer, ela foi ameaçada diversas vezes.

Fonte: Bahia Web Ràdio

Homem faz a mulher e a filha de 4 anos como reféns em João Pessoa


Um homem armado com uma faca fez a mulher dele e sua filha, uma menina de 4 anos de idade, de refém em sua própria residência no bairro Colinas do Sul em João Pessoa desde 14h deste domingo (30). Gate, Bope, Polícia Ambiental e ambulâncias do resgate do Corpo de Bombeiro e Samu estão no local.
No início da tarde deste domingo o acusado (pai da criança) surtou quebrando as coisas de dentro da residência. Ele sofre de depressão. Quando parentes e vizinhos chamaram a polícia ele pegou uma faca de 10 polegadas e fez sua família refém. De acordo com o comandante do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais), capitão Bisneto, o acusado mantém a criança no colo com uma faca na barriga dela.
O comandante do Gate está negociando com o acusado para que liberem a criança e a mulher em segurança.

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